domingo, 3 de julho de 2016

JUIZ CORRUPTO E JUIZ MALIGNO



JUIZ CORRUPTO
E JUIZ MALIDICENTE
EM DETRIMENTO
DA EVOLUÇÃO
 HUMANA E SOCIAL



ALERTA:      1.                 AS LINHAS ADIANTE ESCRITAS SÃO DEDICADAS AOS JUÍZES QUE TEM ESTA MÁCULA, VERDADEIRA FALHA DE CARÁTER, NESTE PARTICULAR INDIFERENTE SER CORRUPTO OU MALIDICENTE AO FATOR EVOLUCIONISTA.                                   2. EM RAZÃO DA MOTIVAÇÃO EM RELAÇÃO AOS EFEITOS DA LEITURA, POSSO E ASSUMO OS EFEITOS DE EVENTUALMENTE SER PRESO OU COISA PIOR, ALERTO PREVIAMENTE SER INOCENTE E MEU INTUITO EM ESCREVER ESTAS LINHAS E ERRADICAR DA MAGISTRATURA OS JUÍZES QUE ALÉM DE NÃO VOCACIONADOS, SÃO ÓBICES À REALIZAÇÃO DE JUSTIÇA E EVOLUÇÃO DA SOCIEDADE.                  3. A MOTIVAÇÃO E TEMA CENTRAL DESTAS LINHAS SÃO DECISÕES CONTRA MINHA PESSOA COM VISTAS A NÃO REALIZAÇÃO DE JUSTIÇA, COM SONEGAÇÃO DE PRODUÇÃO DE PROVAS NOVAS, LIVRE EM TODO O DIREITO DESDE QUE TEMA NOVO, EM QUALQUER FAZE PROCESSUAL, E, SOBRETUDO, COM VISTAS A EVITAR QUE SE INSTAURE JUÍZO DE CONCILIAÇÃO ENTRE AS PARTES, EM QUALQUER UMA DAS DUAS SITUAÇÕES A OPOSIÇÃO SISTEMÁTICA AO EXERCÍCIO DO DIREITO E SAGRAÇÃO DA JUSTIÇA OPERAM A ESTAGNAÇAO E CONTRA FLUXO DA SEQUÊNCIA DA RODA EVOLUTIVA HUMANA E SOCIAL.                                            4. NÃO É PRIVILÉGIO DO BRASIL, JUÍZES COM ESTA MANCHA DE CARÁTER, MAS É SITUAÇÃO QUE EM POVOS MAIS EVOLUÍDOS O AUTO CONTROLE OPERA EM FAVOR DE UM SENSO MAIS APURADO DE BEM COMUM A AUSÊNCIA DESTE PADRÃO COMPORTAMENTAL AVESSO AO DIREITO E QUE O ESTRAGA, TORNANDO DECISÕES RELEVANTES E POSITIVAS MACULADAS POR DECISÕES MALIGNAS OU CORRUPTAS.               -5. AOS BONS E HONESTOS JUÍZES ESTAS LILNHAS ADIANTE NÃO DIZEM RESPEITO.


Assisti juízes darem em petições idênticas decisões controversas, até em mesma petição, não permitirem o acesso a recursos, e, depois, irem aos tribunais defenderem as primeiras e trabalharem contra as segundas.

Sou advogado e não sou partidário de copiar petições, mas há temas tão bem aceitos e bem elaborados, que, convocado à mesma missão, c com as devidas adaptações ousei me permitir pedir em juízo e ao mesmo Juiz que defere e recebi indeferimento.

Certa feita viajando com uma membra do Ministério Público do trabalho, contemporânea de faculdade, me disse, em tom confessional, que havia optado pelo Ministério Público, porque foi convidada por concurso já com resultado em seu favor garantido a assumir cadeira de Magistrada, o que ficou horrorizada e recusou, filha de família nobre, pela linhagem foi convidada a assumir.
Enquanto isto, prestei concurso ao Cargo de Advogado do Estado em Santa Catarina, com a comprovação de que minha prova estava correta em relação a colega que me emprestou o gabarito, e, meu mandado de segurança se foi julgado não lembro, porque nunca vi o resultado. A verdade é que foi melhor, assim, aprendi com a liberdade dos profissionais liberais em causa própria, que não se vinculam a nenhum código de conduta, que por vezes, por ser restritivo às ações evolutivas, acaba sendo obra contrária ao direito.

Em verdade, após isto, ingressei em ramo do direito que diversos colegas, em demandas contra o Estado haviam sido bem-sucedidos, e, de novo, foi surpreendido com resposta de mesmo juiz negativa em direito exatamente igual dada a colega, sendo que o recurso foi inicialmente não recepcionado, e do recurso soube que o Magistrado se deu ao trabalho de ir ao Tribunal obrar contra minha tese.

Nunca entendi muito bem certa oposição à minha pessoa, houve momentos em que me indicaram e acreditei ser da maçonaria, fiz oposição, mas descobri depois, que a maçonaria, do contrário, presa pelos bons costumes, e, é avessa a este tipo de comportamento elitista e fruto da má versação de recursos públicos.

Em verdade, quando um Juiz resolve realizar tarefa ilegal como esta, realiza como efeito o contra fluxo da evolução humana e social.
Fui ameaçado, e, certo dia, recebi colega egresso de outro escritório, o referido como de aceitação do pedido a mim negado, convoquei-o para buscar o mesmo intento e como a resposta foi negativa, surpreso descobri porque, ele me disse que o chefe do escritório, proeminente e rico colega, fazia divisão de seus valores de honorários para entregar ao Magistrado que antes me referi,

Investiguei e descobri uma rede tão bem tramada que me causava espécie ninguém ter percebido, novamente descoberto, fui novamente ameaçado, desta feita, como tenho a família, a ameaça se estendeu a família, e, disseram que o sinistro inevitável não teria como ser provado, daí, porque com o inimigo invisível passei a ter temor.

Mas descobri algo mais, que pode ser útil a quem quiser investigar, os Juízes que participam deste desdouro, vivem como se tivessem somente o seu salário, não fazendo despesas que seu salário não comporta, para não serem notados, mas uma coisa tem em comum, basta ver os advogados bem-sucedidos e as decisões, ver os valores de suas indenizações e o quanto gastaram, que o dinheiro recebido em espécie por juízes corruptos aparecerá em efeito cascata, não sendo possível então esconder.

Esta fonte quase inesgotável de ausência de justiça, que é reflexa à controle externo do judiciário para não ser pega em flagrante delito, é igualmente contrária a advogados que atuam liberdade de consciência.

Seguindo o fluxo do enredo, passei a advogar em causa contra o Brasil, em investimento realizado no sistema financeiro público, por garantia do valor investido com igualdade aos títulos da dívida pública federal, em soma que seria a minha aposentadoria, porque do direito eu já estava bastante lesionado.

A dívida assumida pela União do Estado de Santa Catarina, foi dita como pertencente ao Estado, do que recorri, e acabei conseguindo decisão contrária a União, esta decisão acabou sendo abraçada por processo que abraça todos os processos em Brasília, no Supremo Tribunal Federal.

Lá fui abordado por diversos filhos de ministros que agiam segundo eles em nome dos pais, e, me pediam 20% (vinte por cento) do valor que me seria de direito para conseguir o direito, como eu não tinha este dinheiro, dei este valor em percentual que consta dos autos, o fato é que, como não conseguiram tiveram que sair dos autos, e assim igualmente consta dos autos.
Confesso que minha atitude não foi nobre nem ética, mas vivendo e exausto sob o peso de investimento quase impossível de ser realizado, já estava esgotado, e, como estava retirando de meu direito legítimo não me importava, o que queria era deixar de assistir a este circo de horrores.
Devo aqui excepcionar o colega que vem dedicando a causa em Brasília, e, merece seus honorários, por agir com correção e fidelidade à causa, mesmo sendo filho de magistrado, o que demonstra não haver somente frutos ruins desta árvore.

De outro lado, por lutar por direito com valores expressivos, passei a ser invejado, por juízes, o que me foi confirmado por assessores, que me diziam que os referidos juízes não aceitariam conceder o direito a “estranho’ por valores superiores ao seu ganho.

Seguindo a roda do texto, quando em determinado momento resolvi cobrar o valor devido em Portugal, quando recebida a execução com ausência de documento com revestes consulares de certidão do judiciário federal brasileiro, ao retirar e promover os atos cartorários, o STF no Brasil ia julgar o valor correspondente ao meu direito, e, recebeu de ex ministros da fazenda e ex presidentes do Banco Central do Brasil, a correspondência de que este valor não seria aceito como ser pago, mas diga-se de passagem, muito mais foi roubado e foi pago, hoje descoberto na lava jato, e, que, apesar de todos os esforços em contrário, jamais será devolvido, estranha mania, esta da corrupção, locupleta-se com o que não é seu e descoberto, ainda sim insiste em permanecer com seus frutos malditos.

Mas o que mais fazer, se depois de investir então 11 (onze) anos de meus esforços, via meu trabalho sair pelo ralo abaixo, quando descobri meu direito tinha como ser exercido, e, ainda dar resultado financeiro tão necessário ao Brasil, em solução inédita ao direito.
O Código que regula a matéria no Brasil mudou, e, permitindo o acesso ao juízo de conciliação em qualquer fase processual, e, até hoje, fruto da inveja, corrupção ou qualquer outra falha moral indesejável ao exercício da magistratura, o exercício da tentativa do direito de acordo, sequer foi principiado.

Tenho afirmado que possuo a solução normativa para devolver ao Brasil a confiança de investidores externos, retomada do desenvolvimento e meu direito somente seja recebível na medida em que o próprio Governo do Brasil receber e, desta solução inédita, sequer a porta se abre, em obstáculo intransponível, que não há quem abra a porta, por isto a razão destas linhas.

Peço a quem ler estas linhas, que tenha acesso aos meios de comunicação social que divulguem para eu poder demonstrar que reúno os elementos hábeis para fazer com que não só meu direito seja exercido e que o Governo do Brasil se reestruture em termos de balança comercial, para que minha solução seja de conhecimento comum, e, que, com isto, haja oportunidade para o Judiciário perceber o quanto a roda do desenvolvimento está sendo paralisada por não aceitar que um advogado que não pertencente a nenhum modelo de realização de justiça pré-concebido, em atuação individual tenha encontrado o que o Governo brasileiro está procurando até hoje e não encontrou.

Lembro que já busquei nos canais diretos da então Presidente Dilma esta possibilidade de apresentação, até por audiência via Skype, e, porque não tenho os vínculos políticos de ser aceito em audiência, foi negada a pretensão, sendo que vou encaminhar estas linhas ao Presidente Temer no canal do twitter e ver no que vai dar.

Para evitar meu sucesso na empreitada, e, para mostrar força, até multa ao invés de solução conciliadora buscaram dar, será que ninguém merece ser ouvido se pretende demonstrar que possui solução desta natureza e envergadura, se não estiver certo, o que tem estes senhores e senhoras a perder além de um pequeno espaço de tempo? Não será momento de dar oportunidade para deixar a razão falar, ao invés do simples argumento de deixar de ouvir por querer? Afinal, não é pior surdo o que não ouvir? – Respondam estas perguntas com pertinência e verão que quem perde em não deixar esta oportunidade acontecer é o Estado Brasileiro, o qual qualquer gestor público de qualquer esfera tem o compromisso direto ao assumir suas funções.

O que importa, senhores e senhoras leitoras, é que enquanto meu direito não se exerce, porque é legítimo e não visa o enriquecimento pessoal, mas primeiro do Estado Brasileiro ora combalido, por injustiça não há como a roda do direito seguir seu curso, não porque eu seja diferente de qualquer ser humano, mas qualquer decisão injusta trava a roda da justiça, e, esta que importa em travamento porque a solução macroeconômica para a retomada do desenvolvimento do Brasil, que está sendo deixado de lado desde a entrada em vigor do novo Código de Processo Civil do Brasil, não há como confiar no Brasil, tão pouco no senso de realização de justiça,  o que é lamentável, mas quem sabe, com estas linhas e seu atrevimento associado a quem queira divulgar esta realidade não mude? Agradeço, desde já a quem tentar.

Por fim, quero declarar que já fiz dois procedimentos cirúrgicos com risco de vida, diabetes e carótida, sou cardíaco e vivo a base de remédios, meu limite é minha vida, gostaria somente antes de morrer deixar o resgate da economia brasileira como legado, de resto caixão não tem gaveta, e, minha família se depender de esforço próprio é de luta não foge aos combates dos embates da vida com retidão e caráter do que muito me orgulho, sendo o verdadeiro bem que se pode deixar de herança de resto a traça come.
Brasil 03 de julho de 2016
Hélio Barreto dos Santos Filho
heliobsf@terra.com.br




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