JUIZ CORRUPTO
E JUIZ MALIDICENTE
EM DETRIMENTO
DA EVOLUÇÃO
HUMANA E SOCIAL
ALERTA: 1. AS LINHAS ADIANTE ESCRITAS SÃO
DEDICADAS AOS JUÍZES QUE TEM ESTA MÁCULA, VERDADEIRA FALHA DE CARÁTER, NESTE
PARTICULAR INDIFERENTE SER CORRUPTO OU MALIDICENTE AO FATOR EVOLUCIONISTA. 2. EM RAZÃO
DA MOTIVAÇÃO EM RELAÇÃO AOS EFEITOS DA LEITURA, POSSO E ASSUMO OS EFEITOS DE
EVENTUALMENTE SER PRESO OU COISA PIOR, ALERTO PREVIAMENTE SER INOCENTE E MEU
INTUITO EM ESCREVER ESTAS LINHAS E ERRADICAR DA MAGISTRATURA OS JUÍZES QUE ALÉM
DE NÃO VOCACIONADOS, SÃO ÓBICES À REALIZAÇÃO DE JUSTIÇA E EVOLUÇÃO DA
SOCIEDADE. 3. A MOTIVAÇÃO
E TEMA CENTRAL DESTAS LINHAS SÃO DECISÕES CONTRA MINHA PESSOA COM VISTAS A NÃO
REALIZAÇÃO DE JUSTIÇA, COM SONEGAÇÃO DE PRODUÇÃO DE PROVAS NOVAS, LIVRE EM TODO
O DIREITO DESDE QUE TEMA NOVO, EM QUALQUER FAZE PROCESSUAL, E, SOBRETUDO, COM
VISTAS A EVITAR QUE SE INSTAURE JUÍZO DE CONCILIAÇÃO ENTRE AS PARTES, EM
QUALQUER UMA DAS DUAS SITUAÇÕES A OPOSIÇÃO SISTEMÁTICA AO EXERCÍCIO DO DIREITO
E SAGRAÇÃO DA JUSTIÇA OPERAM A ESTAGNAÇAO E CONTRA FLUXO DA SEQUÊNCIA DA RODA EVOLUTIVA
HUMANA E SOCIAL. 4. NÃO É PRIVILÉGIO DO BRASIL, JUÍZES COM ESTA
MANCHA DE CARÁTER, MAS É SITUAÇÃO QUE EM POVOS MAIS EVOLUÍDOS O AUTO CONTROLE
OPERA EM FAVOR DE UM SENSO MAIS APURADO DE BEM COMUM A AUSÊNCIA DESTE PADRÃO
COMPORTAMENTAL AVESSO AO DIREITO E QUE O ESTRAGA, TORNANDO DECISÕES RELEVANTES
E POSITIVAS MACULADAS POR DECISÕES MALIGNAS OU CORRUPTAS. -5. AOS BONS E HONESTOS JUÍZES
ESTAS LILNHAS ADIANTE NÃO DIZEM RESPEITO.
Assisti juízes darem em petições idênticas decisões controversas,
até em mesma petição, não permitirem o acesso a recursos, e, depois, irem aos
tribunais defenderem as primeiras e trabalharem contra as segundas.
Sou advogado e não sou partidário de copiar petições, mas há temas
tão bem aceitos e bem elaborados, que, convocado à mesma missão, c com as
devidas adaptações ousei me permitir pedir em juízo e ao mesmo Juiz que defere
e recebi indeferimento.
Certa feita viajando com uma membra do Ministério Público do trabalho,
contemporânea de faculdade, me disse, em tom confessional, que havia optado
pelo Ministério Público, porque foi convidada por concurso já com resultado em
seu favor garantido a assumir cadeira de Magistrada, o que ficou horrorizada e
recusou, filha de família nobre, pela linhagem foi convidada a assumir.
Enquanto isto, prestei concurso ao Cargo de Advogado do Estado em
Santa Catarina, com a comprovação de que minha prova estava correta em relação
a colega que me emprestou o gabarito, e, meu mandado de segurança se foi
julgado não lembro, porque nunca vi o resultado. A verdade é que foi melhor,
assim, aprendi com a liberdade dos profissionais liberais em causa própria, que
não se vinculam a nenhum código de conduta, que por vezes, por ser restritivo às
ações evolutivas, acaba sendo obra contrária ao direito.
Em verdade, após isto, ingressei em ramo do direito que diversos
colegas, em demandas contra o Estado haviam sido bem-sucedidos, e, de novo, foi
surpreendido com resposta de mesmo juiz negativa em direito exatamente igual
dada a colega, sendo que o recurso foi inicialmente não recepcionado, e do
recurso soube que o Magistrado se deu ao trabalho de ir ao Tribunal obrar
contra minha tese.
Nunca entendi muito bem certa oposição à minha pessoa, houve
momentos em que me indicaram e acreditei ser da maçonaria, fiz oposição, mas
descobri depois, que a maçonaria, do contrário, presa pelos bons costumes, e, é
avessa a este tipo de comportamento elitista e fruto da má versação de recursos
públicos.
Em verdade, quando um Juiz resolve realizar tarefa ilegal como esta,
realiza como efeito o contra fluxo da evolução humana e social.
Fui ameaçado, e, certo dia, recebi colega egresso de outro
escritório, o referido como de aceitação do pedido a mim negado, convoquei-o
para buscar o mesmo intento e como a resposta foi negativa, surpreso descobri
porque, ele me disse que o chefe do escritório, proeminente e rico colega,
fazia divisão de seus valores de honorários para entregar ao Magistrado que
antes me referi,
Investiguei e descobri uma rede tão bem tramada que me causava
espécie ninguém ter percebido, novamente descoberto, fui novamente ameaçado,
desta feita, como tenho a família, a ameaça se estendeu a família, e, disseram
que o sinistro inevitável não teria como ser provado, daí, porque com o inimigo
invisível passei a ter temor.
Mas descobri algo mais, que pode ser útil a quem quiser investigar,
os Juízes que participam deste desdouro, vivem como se tivessem somente o seu
salário, não fazendo despesas que seu salário não comporta, para não serem
notados, mas uma coisa tem em comum, basta ver os advogados bem-sucedidos e as
decisões, ver os valores de suas indenizações e o quanto gastaram, que o
dinheiro recebido em espécie por juízes corruptos aparecerá em efeito cascata,
não sendo possível então esconder.
Esta fonte quase inesgotável de ausência de justiça, que é reflexa
à controle externo do judiciário para não ser pega em flagrante delito, é
igualmente contrária a advogados que atuam liberdade de consciência.
Seguindo o fluxo do enredo, passei a advogar em causa contra o
Brasil, em investimento realizado no sistema financeiro público, por garantia
do valor investido com igualdade aos títulos da dívida pública federal, em soma
que seria a minha aposentadoria, porque do direito eu já estava bastante
lesionado.
A dívida assumida pela União do Estado de Santa Catarina, foi dita
como pertencente ao Estado, do que recorri, e acabei conseguindo decisão
contrária a União, esta decisão acabou sendo abraçada por processo que abraça
todos os processos em Brasília, no Supremo Tribunal Federal.
Lá fui abordado por diversos filhos de ministros que agiam segundo
eles em nome dos pais, e, me pediam 20% (vinte por cento) do valor que me seria
de direito para conseguir o direito, como eu não tinha este dinheiro, dei este
valor em percentual que consta dos autos, o fato é que, como não conseguiram
tiveram que sair dos autos, e assim igualmente consta dos autos.
Confesso que minha atitude não foi nobre nem ética, mas vivendo e
exausto sob o peso de investimento quase impossível de ser realizado, já estava
esgotado, e, como estava retirando de meu direito legítimo não me importava, o que
queria era deixar de assistir a este circo de horrores.
Devo aqui excepcionar o colega que vem dedicando a causa em
Brasília, e, merece seus honorários, por agir com correção e fidelidade à
causa, mesmo sendo filho de magistrado, o que demonstra não haver somente
frutos ruins desta árvore.
De outro lado, por lutar por direito com valores expressivos,
passei a ser invejado, por juízes, o que me foi confirmado por assessores, que
me diziam que os referidos juízes não aceitariam conceder o direito a “estranho’
por valores superiores ao seu ganho.
Seguindo a roda do texto, quando em determinado momento resolvi
cobrar o valor devido em Portugal, quando recebida a execução com ausência de
documento com revestes consulares de certidão do judiciário federal brasileiro,
ao retirar e promover os atos cartorários, o STF no Brasil ia julgar o valor
correspondente ao meu direito, e, recebeu de ex ministros da fazenda e ex
presidentes do Banco Central do Brasil, a correspondência de que este valor não
seria aceito como ser pago, mas diga-se de passagem, muito mais foi roubado e
foi pago, hoje descoberto na lava jato, e, que, apesar de todos os esforços em
contrário, jamais será devolvido, estranha mania, esta da corrupção,
locupleta-se com o que não é seu e descoberto, ainda sim insiste em permanecer
com seus frutos malditos.
Mas o que mais fazer, se depois de investir então 11 (onze) anos de
meus esforços, via meu trabalho sair pelo ralo abaixo, quando descobri meu
direito tinha como ser exercido, e, ainda dar resultado financeiro tão
necessário ao Brasil, em solução inédita ao direito.
O Código que regula a matéria no Brasil mudou, e, permitindo o
acesso ao juízo de conciliação em qualquer fase processual, e, até hoje, fruto
da inveja, corrupção ou qualquer outra falha moral indesejável ao exercício da
magistratura, o exercício da tentativa do direito de acordo, sequer foi
principiado.
Tenho afirmado que possuo a solução normativa para devolver ao
Brasil a confiança de investidores externos, retomada do desenvolvimento e meu
direito somente seja recebível na medida em que o próprio Governo do Brasil
receber e, desta solução inédita, sequer a porta se abre, em obstáculo
intransponível, que não há quem abra a porta, por isto a razão destas linhas.
Peço a quem ler estas linhas, que tenha acesso aos meios de
comunicação social que divulguem para eu poder demonstrar que reúno os
elementos hábeis para fazer com que não só meu direito seja exercido e que o
Governo do Brasil se reestruture em termos de balança comercial, para que minha
solução seja de conhecimento comum, e, que, com isto, haja oportunidade para o
Judiciário perceber o quanto a roda do desenvolvimento está sendo paralisada
por não aceitar que um advogado que não pertencente a nenhum modelo de
realização de justiça pré-concebido, em atuação individual tenha encontrado o
que o Governo brasileiro está procurando até hoje e não encontrou.
Lembro que já busquei nos canais diretos da então Presidente Dilma
esta possibilidade de apresentação, até por audiência via Skype, e, porque não
tenho os vínculos políticos de ser aceito em audiência, foi negada a pretensão,
sendo que vou encaminhar estas linhas ao Presidente Temer no canal do twitter e
ver no que vai dar.
Para evitar meu sucesso na empreitada, e, para mostrar força, até
multa ao invés de solução conciliadora buscaram dar, será que ninguém merece
ser ouvido se pretende demonstrar que possui solução desta natureza e
envergadura, se não estiver certo, o que tem estes senhores e senhoras a perder
além de um pequeno espaço de tempo? Não será momento de dar oportunidade para
deixar a razão falar, ao invés do simples argumento de deixar de ouvir por
querer? Afinal, não é pior surdo o que não ouvir? – Respondam estas perguntas
com pertinência e verão que quem perde em não deixar esta oportunidade
acontecer é o Estado Brasileiro, o qual qualquer gestor público de qualquer
esfera tem o compromisso direto ao assumir suas funções.
O que importa, senhores e senhoras leitoras, é que enquanto meu
direito não se exerce, porque é legítimo e não visa o enriquecimento pessoal,
mas primeiro do Estado Brasileiro ora combalido, por injustiça não há como a
roda do direito seguir seu curso, não porque eu seja diferente de qualquer ser
humano, mas qualquer decisão injusta trava a roda da justiça, e, esta que
importa em travamento porque a solução macroeconômica para a retomada do
desenvolvimento do Brasil, que está sendo deixado de lado desde a entrada em
vigor do novo Código de Processo Civil do Brasil, não há como confiar no
Brasil, tão pouco no senso de realização de justiça, o que é lamentável, mas quem sabe, com estas
linhas e seu atrevimento associado a quem queira divulgar esta realidade não
mude? Agradeço, desde já a quem tentar.
Por fim, quero declarar que já fiz dois procedimentos cirúrgicos
com risco de vida, diabetes e carótida, sou cardíaco e vivo a base de remédios,
meu limite é minha vida, gostaria somente antes de morrer deixar o resgate da
economia brasileira como legado, de resto caixão não tem gaveta, e, minha
família se depender de esforço próprio é de luta não foge aos combates dos
embates da vida com retidão e caráter do que muito me orgulho, sendo o verdadeiro
bem que se pode deixar de herança de resto a traça come.
Brasil 03 de julho de 2016
Hélio Barreto dos Santos Filho
heliobsf@terra.com.br
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